Delfos + Arachova

Primeiras impressões:

Delfos ficou famosa no mundo todo por seu Oráculo, onde várias vidências da Grécia Antiga eram preditas, por meio do movimento das águas e do barulho das folhas das árvores.

O Oráculo ficou famoso após ser considerado o umbigo do mundo, quando duas águias foram lançadas em direções opostas e se chocaram ali. Nesse lugar, colocaram uma pedra oval, chamada de ônfalo, para demarcar a exata posição do meio do mundo. Com isso, o local ficou sagrado e passou a ser frequentado por diversas personalidades do mundo antigo.

A região é maravilhosa, próximo ao Monte Parnaso, tão conhecido das aulas de História e com uma vegetação bem densa. Ah, e com o mar ao fundo, para embelezar ainda mais a paisagem.

Hoje em dia, suas principais atrações são o Sítio Arqueológico e o Museu Arqueológico com diversas obras importantes dessa época. Aliás, todos os Museus Arqueológicos que visitamos na Grécia eram fantásticos, super bem explicados e cuidados. Valem muito a pena!!!

Sugestão de atrações:

  • Museu Arqueológico
  • Sítio Arqueológico
  • Tolo

Itinerário feito pelo site Sygic Travel

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Tolo

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Ruínas do Templo de Apolo

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Monumento dedicado a Prometheus

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Montanhas da região

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Museu Arqueológico

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Ônfalo (pedra que simboliza o umbigo do mundo)
Arredores:

Pertinho de Delfos, fica Arachova, uma cidade bem charmosa onde fica uma das estações de esqui da Grécia. Vale a pena passar o dia, mesmo fora da temporada, já que suas ruas estreitas são cheias de lojas e restaurantes. Adoramos!

Itinerário feito pelo site Sygic Travel

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Arachova

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Arachova

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Arachova

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Arachova

Meteora

Primeiras impressões:

Meteora é um daqueles lugares que sonhamos em conhecer e mesmo quando conseguimos conhecer, não acreditamos que foi verdade. Afinal, ver esses paredões de arenito aglomerados em um só lugar e com vários monastérios construídos em seu topo são realmente fantásticos. O local foi, inclusive, inserido no rol dos Patrimônios da Humanidade, da UNESCO.

Primeiro, tente dormir no local, ao invés de fazer qualquer excursão que você passa somente o dia por lá. Lugar para dormir não falta, com opções para todos os gostos e bolsos. São duas as principais cidades de acesso: Kalambaka e Kastraki, cada uma em uma ponta e os paredões ao fundo das duas.

Outra vantagem de dormir é poder visitar todos os monastérios, pois cada um fecha em um dia diferente da semana. Além do mais, a visita fica mais tranquila, sem grandes correrias, pois você poderá visitar dois ou três monastérios por dia, descansar um pouco e continuar no dia seguinte.

Não se esqueça que para visitar cada monastério demanda um certo tempo, já que muitos são acessíveis somente por longas escadas ou trilhas. E não se esqueça que o local é bem distante do restante das atrações do país, então você não conseguirá fazer muita coisa nem no dia de chegada, nem no dia de saída.

No local, há seis monastérios visitáveis, cinco masculinos e um feminino. Cada um fica no topo de uma rocha diferente e em todos você paga uma pequena taxa para entrar, para ajudar na manutenção.

O maior monastério é o Great Meteoron, acessível por uma escadaria de 320 degraus até a chegada da bilheteria. Ao andarmos por ela, conseguimos perceber a dificuldade que os monges tinham para chegar até lá. Percebemos que o local realmente tem que ser de difícil acesso mesmo para conseguir a tranquilidade e a distância do mundo terreno mesmo.

Ao entrarmos, podemos visitar alguns locais usados desde a época de sua construção, no século XI, D.C., como a cozinha, alguns capelas com lindos mosaicos, o refeitório e alguns museus ilustrando roupas e livros utilizados por eles. Como tem monges morando lá até hoje, vários acessos ainda não são permitidos, para preservar a tranquilidade deles.

Achei bem interessante e emocionante conhecer o ambiente todo, mas as vistas de lá de cima são o que mais chamam a atenção de todo mundo. A paisagem do alto e ver os outros monastérios do alto, não tem preço que pague de tão lindo que é. Isso sem falar na sensação de paz que sentimos também.  Quem puder visitar o local, não deixe de ir, pois foi um dos lugares que mais gostamos de conhecer.

Sugestão de atrações:

  • Monastério de Great Meteoron
  • Monastério de Varlaam
  • Monastério de Rousanou
  • Monastério de São Nicolau de Anapausas
  • Monastério de São Estevão
  • Monastério da Santíssima Trindade

Itinerário feito pelo site Sygic Travel

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Vista dos rochedos de Meteora

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Vista dos rochedos de Meteora

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Monastério de Great Meteoron

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Teleférico utilizado para transportar suprimentos

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Cozinha do Great Meteoron

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Escadaria de acesso ao Great Meteoron

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Rochedos de Meteora

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Vista dos Monastérios

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Monastério de Varlaam

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Monastério São Nicolau de Anapausas

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Vista de Meteora

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Meteora em um dia nublado

Nafpaktos + Thermo

Primeiras impressões:

Nafpaktos (também chamada de Lepanto) fica nas margens do Golfo de Coríntio e é considerada uma das cidades mais românticas da região.

Ela está localizada logo na saída da Ponte Rio-Antirrio, que liga a região do Peloponeso à parte central. Essa ponte é, inclusive, considerada a maior maravilha do mundo moderno da Grécia.

O cartão postal da cidade é o pequeno porto e a fortaleza que a contorna, margeados pela praia e por uma avenida cheia de cafés e restaurantes.

Há também uma estátua de Miguel de Cervantes, que participou da Batalha de Lepanto, que derrotou o Império Otomano na Grécia, no século XVI, antes de se tornar um escritor.

No alto da cidade, fica o Venetian Castle, um dos mais bem preservados e de onde se tem belas vistas de toda a cidade.

Sugestão de atrações:

  • Venetian Port
  • Venetian Castle

Itinerário feito pelo site Sygic Travel

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Venetian Port

Venetian Port

Venetian Port

Estátua de Miguel de Cervantes

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Ponte Rio-Antirrio

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Venetian Castle
Arredores:

Não deixe de conferir o Lake Trichonida, perto de Nafpaktos. O Lake Trichonida é o maior lago natural do país e você pode fazer várias atividades nele, como nadar, canoagem e andar de bicicleta em seu redor.

A cidade mais ao sul é a simpática Thermo, que era um importante santuário e que possui uma das mais importantes ruínas arqueológicas da Grécia (apesar de ser pouco divulgado).

Adoramos ter conhecido um lado diferente da Grécia, mas tão lindo quanto as suas lindas e conhecidas praias. Não deixem de ver o por do sol também, que é maravilhoso!!!

Itinerário feito pelo site Sygic Travel

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Lake Trichonida

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Pôr do sol no Lake Trichonida

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Lake Trichonida

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Thermo

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Sítio Arqueológico de Thermo

Olímpia + Stemnitsa + Dimitsana

Primeiras impressões:

Olímpia era uma das cidades que mais estávamos animados em conhecer, ainda mais por causa das Olimpíadas de 2016 serem no Rio de Janeiro. A cidade era considerada um local sagrado, por isso escolheram ali para sediar os Jogos Olímpicos, desde 776 A.C. De quatro em quatro anos, era realizada uma trégua em quaisquer conflitos que estivessem ocorrendo para a realização dos Jogos.

Sim, a principal atração da cidade é visitar o Sítio Arqueológico onde ocorreram as Olimpíadas Antigas. O local é enorme, então prepare-se para andar bastante. Mas para visitar o estádio onde ocorriam as maratonas, visualizar as ruínas de importantes templos ou mesmo as casas onde pessoas mundialmente conhecidas como Nero, ficaram hospedadas para comparecer aos jogos vale realmente a pena.

Ao passar pelo Templo de Zeus, tente imaginar a grandiosa Estátua de Zeus, feita de marfim e ouro, confeccionada por Fídias, que foi considerada uma das sete maravilhas do mundo antigo no local. Uma pena que foi roubada, mas há uma imagem de como ela seria no Museu Arqueológico.

Ah, e não se esqueça de ver o Templo de Hera, o local onde a tocha olímpica é acesa até hoje, tanto nas Olimpíadas de Verão, como nas de Inverno, nesse mesmo lugar, com direito à mesma cerimônia de antigamente, para depois ser encaminhada ao local de sede é fantástico!!

Mas Olímpia tem mais a oferecer! Quase em frente às ruínas, fica o Museu Arqueológico, onde as peças encontradas no sítio arqueológico ficam expostas. Alí percebemos a dimensão de como era o local! Muitos objetos foram restaurados e estão expostas na posição e tamanho originais. Um espetáculo!!! Vá antes ao museu para depois ir à ruína, assim você entenderá melhor o local.

Para quem quiser ir mais a fundo no assunto esportes, há ainda o Museu das Olimpíadas Modernas, onde estão expostos objetos como bolas, camisas, troféus de vários esportistas deste século.

Não deixe também de caminhar pelo próprio centrinho da cidade chama à atenção! É apenas uma rua de pedestres, com várias lojas e restaurantes, mas toda enfeitada de bandeiras de países. Neste ano, 2016, as bandeiras mais vistas eram, claro, da Grécia e do Brasil. Adoramos!!

Se você tiver mais tempo na região, aproveite para conhecer algumas vinícolas da região ou ir para alguma praia do mar Jônico, que está bem perto de lá.

Sugestão de atrações:

  • Sítio Arqueológico
  • Museu Arqueológico
  • Centro
  • Museu das Olimpíadas Modernas

 

Itinerário feito pelo site Sygic Travel
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Estádio Olímpico
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Templo de Heras (onde é acendida a tocha olímpica até hoje)
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Coluna restaurada para as Olimpíadas de Atenas de 2004 do Templo de Zeus
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Colunas
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Imagem da famosa Estátua de Zeus, feita por Fídias
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Museu Arqueológico de Olímpia
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Bandeiras da Grécia e do Brasil nas ruas de Olímpia
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Ruas enfeitadas de Olímpia



Arredores:

Estando na região, não deixe de conhecer Stemnitsa e Dimitsana. As duas são cidades no alto da montanha, consideradas umas das mais bonitas da Arcádia. Pela dificuldade do acesso, elas eram um refúgio para as guerras, então várias casas-torre e igrejas bizantinas foram construídas. A paisagem também é bem bonita!! É um ótimo lugar para passar o dia!!

Itinerário feito pelo site Sygic Travel
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Stemnitsa
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Igreja de Stemnitsa
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Stemnitsa
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Torre de Stemnitsa
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Dimitsana
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Dimitsana
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Dimitsanana
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Dimitsana

Península do Mani

Primeiras impressões:

A Península do Mani é uma das regiões mais interessantes do Peloponeso. A maioria das cidades é formada por casas-torre, feitas de pedra, com mais de dois andares, que serviam de moradia e fortaleza ao mesmo tempo. Graças a essa estratégia utilizada pelos gregos, essa região não foi invadida pelos turcos e nem por nenhuma outra civilização.

A região é lindíssima e bem característica, com um litoral maravilhoso e cidades históricas. Pena que não é muito turística, mas isso dá um charme a mais ao local.

Comece por Gythio, localizada em uma das pontas da Península. A cidade é conhecida como a capital do polvo da Grécia e é bem charmosa, cheio de cafés e tavernas na beira-mar. Dizem que foi lá que Paris teve romance com Helena, o que acabou provocando a Guerra de Troia.

Depois, vá para Areopoli, a capital de Mani, que é uma cidade cheia de casas-torre e igrejas bizantinas. Andar por suas ruelas é como se estivéssemos voltando ao passado…

A cidade teve um passado nebuloso, principalmente com relação às guerras, mas está se esforçando para apagar essa parte da história do local. Hoje em dia, vemos somente a Estátua de Petrobey Mavromihalis que proclamou a Insurreição Maniota contra o Império Otomano  em 1821 na praça central (Plateia Athanaton). Seu irmão e seu filho também foram responsáveis pelo assassinato de Ioannis Kapodistrias, o primeiro presidente da Grécia Independente, em 1831.

Saia de Areopoli e vá para Limeni, onde fica o porto da cidade. É uma vila de pescadores super charmosa! Aproveite para almoçar em um dos restaurantes de lá, principalmente se quiser comer pescados. Adoramos!

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Gythio
Gythio
Gythio
Gythio
Gythio
Areopoli
Areopoli
Areopoli
Areopoli
Areopoli
Areopoli
Limeni
Limeni
Limeni
Limeni

Monemvasia + Ilha de Elafonisos (Lacônia)

Primeiras impressões:

Monemvasia é um daqueles lugares que não acreditamos que existe. A cidade foi construída durante o Império Bizantino em um rochedo separado somente por uma ponte da cidade de Gefyra, no meio do Mar Mediterrâneo. Olhando de fora, nem percebemos que existe uma cidade lá, o que garantia proteção a seus moradores.

Para entrar nela, você passa pela ponte que dá acesso ao único portão. A partir daí, o carro não entra mais, pois a cidade é formada somente por ruas de pedestres. E andar por suas ruelas é a principal atração, já que ela é constituída de igrejas, lojas e restaurantes, dando todo o chame ao local.

Deixe para conhecê-la no verão, de junho a setembro, quando a cidade fica movimentada e dá para aproveitar as praias da região, principalmente Piro e Ambelakia, que são belíssimas. Fora dessa época, pouca coisa fica aberta, inclusive hotéis e restaurantes fecham.

Para hospedagem, se você estiver de carro, fique em Gefyra mesmo para ter onde estacionar o carro, pois em Monemvasia há pouquíssimas vagas ao longo da ponte, você não precisará carregar sua mala pelas ruelas e você ainda tem a vista para o rochedo. Recomendamos!!!

Sugestão de atrações:

  • Ruelas de Monemvasia
  • Pori Beach
  • Ambelakia Beach

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Cidade de Monemvasia

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Ruas de Monemvasia

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Igreja na Praça Central

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Entardecer em Monemvasia

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Outra Igreja

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Casas de pedras

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Entardecer em Monemvasia

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Ambelakia Beach

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Ambelakia Beach

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Amanhecer em Monemvasia
Arredores:

A uma hora de carro de Monemvasia, fica a Simos Beach, considerada uma das dez praias mais bonitas da Grécia, segundo o site Trip Advisor. Ah, não confunda com Elafonisos, na Ilha de Creta, que também é linda! A travessia do ferry sai de Pounta e dura apenas 10 minutos, mas começamos a ficar encantados com a paisagem por todo o caminho.

A Ilha é bem pequena, com 20km de área total, então é possível conhecê-la em um dia, mas quem quiser, existem várias opções de hospedagem também. A Ilha possui vários restaurantes logo na saída do ferry.

E a famosa Simos Beach? Maravilhosa, realmente!! A praia é de areia branca e fina (o que é raridade na Europa, rs), o mar é de um azul turquesa bem forte e suas águas são totalmente transparentes. Foi uma das melhores praias da região mesmo!!! Excelente para curtir um dia de verão. 

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Cidade de Elafonisos

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Igreja em Elafonisos

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No ferry para a Ilha de Elafonisos

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Mar com vários tons de azul

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Chegando na Ilha

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Simos Beach

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Simos Beach

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Simos Beach

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Simos Beach

Mystras + Esparta

Primeiras impressões:

Mystras é uma cidade da região do Peloponeso e foi a segunda mais importante do Império Bizantino, perdendo somente para Constantinopla, atual Istambul. Hoje em dia, se tornou um sítio arqueológico, onde podemos conferir como era o local antigamente.

O lugar é enorme e dividido em três partes: o Castelo, no topo da montanha, a Cidade-Alta e a Cidade-Baixa. Essa também é uma divisão interessante na hora de visitar, já que também há duas entradas, uma na Cidade-Alta e outra na Cidade-Baixa.

Se você for de ônibus, comece pela Cidade-Alta + Castelo e vá descendo até a Cidade-Baixa, de onde poderá ir embora. Se você estiver de carro, pare no estacionamento da Cidade-Alta, visite-a, pegue o carro e pare no estacionamento da Cidade-Baixa e visite-a. Lembrando que dá para usar o mesmo bilhete nas duas entradas.

Na Cidade-Alta, vale visitar o Castelo, de onde você terá uma vista panorâmica de todo o local e uma das igrejas do complexo, a Hagia Sofia, que ainda possui belos mosaicos da época. Se você estiver de carro, aproveite para visitar, também, o Monastério de Pantanassa, que é o único habitado no local até hoje.

Já na Cidade-Baixa, a grande atração é a Metrópolis, onde fica a Catedral do local. Ela foi restaurada recentemente e seus mosaicos também são maravilhosos, além da arquitetura, claro. Adoramos o passeio por essa joia do mundo antigo!

Sugestão de atrações:

  • Castelo (Citadel)
  • Igreja Hagia Sofia
  • Catedral
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Sítio Arqueológico de Mystras
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Cidade Alta – Igreja Hagia Sofia
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Cidade Alta
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Cidade Alta
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Cidade Baixa – Catedral
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Cidade Baixa – Catedral
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Cidade Baixa – Mosaicos da Catedral
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Cidade Baixa

Arredores:

Apesar de Mystras ser a principal atração da região, o local não possui nenhuma infraestrutura para turistas. O local mais próximo é, na verdade, Esparta, distante apenas 8km de lá.

Sim, a tão conhecida Esparta que estudamos nas aulas de história! Cidade que ficou conhecida pela rigidez na educação para preparar seus moradores para a guerra, influenciada, principalmente, pelo Rei Leônidas.

Com isso, não há nenhuma grande atração na cidade, mas mesmo assim fomos conferir. Um museu nos chamou a atenção: o Museu de Azeite e Azeitona – único do tipo no mundo. Lá encontramos tudo o que existe, desde o plantio, colheita até a preparação dos azeites. O local não poderia ser mais propício, já que em todo o caminho encontramos diversas plantações de oliveiras, de vários tamanhos e idades.

Outra “atração” é a Estátua do Rei Leônidas, que fica ao lado do Estádio Municipal da cidade. E pronto, é o que tem para visitar na cidade. Sim, um pouco desanimador diante da importância que teve no passado, mas pelo menos a visita a Mystras compensa o deslocamento, rs.

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Museu do Azeite e da Azeitona
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Estátua do Leônidas
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Ruas de Esparta
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Plantação de Oliveiras
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Oliveira Antiga

Náfplio + Tolón + Teatro de Epidauro

Primeiras impressões:

Náfplio foi a primeira capital da Grécia, entre 1823 e 1834, antes de ser transferida para Atenas. É também considerada uma das cidades mais bonitas da região do Peloponeso e uma das mais românticas também. E de fato comprovamos tudo isso!

A cidade é um charme, principalmente sua parte velha, onde andamos por ruelas medievais, cheio de casas em estilo veneziano, com suas sacadas enfeitadas de flores. O calçadão a beira-mar é cheio de lojas e restaurantes e contam com vista para Bourtzi, o castelo que fica no meio do mar. Vários barcos oferecem o passeio até ele, de onde dá pra ter uma vista privilegiada de Nafplio.

Os principais pontos históricos da cidade ficam na parte velha, próximo à Syntagma Square. O destaque é para o piso da cidade, todo de mármore polido, assim como várias cidades antigas na Europa. Visite lugares como a prefeitura, a igreja, a mesquita e o museu de arqueologia. Ah, não deixe de experimentar o melhor sorvete italiano fora da Itália, na Antica Gelateria di Roma. Imperdível!

Não deixe de conhecer a parte alta da cidade, onde ficam a Acronafplia e a Fortaleza Palamidi. A Acronafplia é uma fortaleza veneziana que já foi uma prisão e que hoje é um complexo hoteleiro. O local pode ser acessado por meio de um elevador localizado próximo à cidade velha. Já a Fortaleza Palamidi é outra fortaleza veneziana na cidade, acessível por carro ou por uma escada de 913 degraus. As vistas das duas realmente valem a pena, se o dia estiver claro.

Sugestão de atrações:

  • Calçadão
  • Antica Gelateria di Roma
  • Museu de Arqueologia
  • Acronafplia
  • Castelo Bourtzi
  • Fortaleza Palamidi
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Cidade velha de Náfplio
Syntagma Square
Mesquita com a torre da Acronafplia ao fundo
Castelo Bourtzi, no meio do mar
Antica Gelateria di Roma
Ruas floridas de Náfplio
Fortaleza Palamidi

Arredores:

A 10km de Náfplio fica Tolón, uma pitoresca vila de pescadores que acabou se tornando um famoso resort de verão. É uma excelente opção de hospedagem na região também, principalmente se quiser aproveitar as praias da região. A vista para o sul do país e suas casinhas coloridas conseguiram trazer e conquistar os turistas.

Outro lugar que você não deve deixar de ir é o Teatro de Epidauro, construído no século IV, a.C é um dos mais bem preservados atualmente. Ele acomoda até 14.000 pessoas sentadas e possui uma das melhores acústicas também: um mero sussurro em sua arena central consegue ser ouvido até a fileira mais alta do teatro. No verão, ocorrem vários festivais, mantendo até hoje a tradição de sediar eventos em um teatro construído há tanto tempo atrás.  Imperdível!

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Tolón
Tolón
Praia de Tolón
Praia de Tolón
Teatro de Epidauro
Teatro de Epidauro

Corinto + Micenas

Primeiras impressões:

Corinto existe desde 6.000 A.C e é a cidade que liga a região do Peloponeso da parte principal da Grécia. Devido a sua localização, entre Atenas e Esparta, possuía dois importantes portos, o que movimentava a economia da cidade, tornando- a uma das cidades mais prósperas da Grécia Antiga. A cidade foi fundada, inclusive, por Corintos, filho de Zeus e que Éfira, filha de Oceano, foi a primeira moradora da região.

A cidade ficou conhecida por seus vasos de cerâmica, por sediar os Jogos Ístmicos, em homenagem ao Deus do Mar, Poseidon, e pelos Templos de Apolo (Deus da Beleza) e Afrodite (Deusa do Amor). Diz-se que quem conseguia escalar e chegar à Fortaleza, no alto da cidade, era recebido por mil sacerdotisas, que vendiam seus corpos. Mas quem não conseguia chegar à fortaleza não precisava desanimar; essas sacerdotisas também desciam até a cidade para satisfazer a população comum.

É famosa, também, por seu estreito Canal, escavado no meio de paredões rochosos, de 6,3km de comprimento e apenas 21m de largura, o que impede grandes embarcações de atravessarem-no. A ideia da construção do Canal ocorreu no ano de 67, pelo imperador romano Nero, que começou a fazer as escavações, mas só foi efetivada mesmo em 1881. Hoje é usado para travessias de barcos menores e turísticos, mas de vez em quando passa um grande, que deve ser rebocado para poder passar, quase encostando em seus enormes paredões. Vale a pena esperar um barco grande para vê-lo passar.

Corinto também foi citada na Bíblia, sendo uma das cidades que o apóstolo Paulo esteve durante sua viagem missionária. Ele estabeleceu uma igreja na cidade, onde, inclusive, escreveu suas epístolas aos cristãos, sendo que duas delas estão no cânon bíblico. A partir daí, a cidade acabou se tornando um importante centro de peregrinação na Grécia.

E seu Sítio Arqueológico também deve ser visitado, pois as ruínas de toda a história da cidade é ali encontrado, como por exemplo, onde as cerâmicas eram feitas, as lojas onde eram vendidas, as fontes e banhos da cidade, os teatros e cemitérios. Tudo isso, com a maravilhosa paisagem do Peloponeso de fundo. Imperdível!

Sugestão de atrações:

  • Canal de Corinto
  • Templos de Apolo e Afrodite
  • Sítio Arqueológico
  • Igreja de São Paulo

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Canal de Corinto

Canal de Corinto

Canal de Corinto

Sítio Arqueológico de Corinto

Sítio Arqueológico de Corinto

Sítio Arqueológico de Corinto

Igreja de São Paulo

Monumento na Igreja de São Paulo

Epístola aos Cristãos, escrita pelo Apóstolo Paulo
Arredores:

Ao passar por Corinto, não deixe de passar em Micenas, onde fica um dos sítios arqueológicos mais importantes da região. Micenas era um palácio-fortaleza, liderado por Agamenon, um dos reis gregos mais importantes da Guerra de Troia.

A arquitetura do local ficou conhecida por suas muralhas enormes, com pedras encaixadas umas nas outras, que deu origem a um tipo de construção própria, chamada de ciclópicas. Muitos desses paredões são visíveis até hoje, como o Portal do Leão, que marca a única entrada do local.

Outros locais que também devem ser visitados no Sítio Arqueológico de Micenas são a Acrópole, a Cisterna, os Círculos Tumulares A e B, abas dos séculos XVI e XVII, A.C., onde foi encontrada a Máscara de Ouro de Agamenon e a Sala de Tesouro do Atreu, que era a Tumba do próprio Agamenon e fica fora do sítio arqueológico, mas usa-se o mesmo ingresso para entrar.

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Portal do Leão

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Paredões de pedras

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Acrópole

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Círculo Tumular A

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Círculo Tumular B

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Sala do Tesouro de Atreu

Qadisha Valley + Gibran Museum + Cedars of Bcharre

Primeiras impressões:

O Qadisha Valley foi um dos lugares com beleza natural que mais nos impressionou no Líbano. A sua paisagem montanhosa, cheio de verde acabou conquistando quem procurava paz e tranquilidade. Daí a enorme quantidade de monastérios que encontramos no meio dos caminhos sinuosos pelos quais passamos.

Conhecemos o Saint Elishaa e o Qozhaya, que é o monastério de St. Anthony. Eles foram construídos entre os séculos XII e XIV por heremitas e que foram transformados em monastério somente no século XVII, quando a ordem maronita foi fundada no país.

Prepare-se para estradas simples, cheias de curvas e sem acostamento, mas faz parte do encanto da paisagem, rs. Adoramos!!!

Sugestão de atrações:

  • Qadisha Valley
  • Qozhaya Monastery
  • Saint Elishaa Monastery
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Qadisha Valley
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Qadisha Valley
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Qadisha Valley
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Qadisha Valley
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Saint Elishaa Monastery
Saint Elishaa Monastery
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Qozhaya Monastery
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Qozhaya Monastery
Qozhaya Monastery
Qozhaya Monastery

Arredores:

O passeio pela região geralmente é combinado com o Museu do Gibran, famoso escritor libanês e com a reserva de cedros de Bcharre.

O Museu do Gibran possui o acervo de livros do escritor, Gibran Khalil Gibran, que nasceu na cidade em 1883, bem como vários quadros, já que ele também era pintor. Encontramos vários itens pessoais, como livros de anotações, canetas, livros de outros autores, etc. O corpo dele está enterrado lá, junto com a mensagem que ele queria transmitir para o mundo.

Já os cedros de Bcharre são bem mais amplos que os cedros de Souf, ao sul do país e possui árvores maiores, isto é, mais velhas. Dizem que há árvores de até 3.000 anos por lá. Sinceramente,  gostamos mais dos de Souf, pois conseguimos ficar bem mais próximos das árvores, dá para interagir mais com elas. Mas vá aos dois, se puder…

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Gibran Museum
Gibran Museum
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Cedars of Bcharre
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Cedars of Bcharre
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Cedars of Bcharre