Olímpia + Stemnitsa + Dimitsana

Primeiras impressões:

Olímpia era uma das cidades que mais estávamos animados em conhecer, ainda mais por causa das Olimpíadas de 2016 serem no Rio de Janeiro. A cidade era considerada um local sagrado, por isso escolheram ali para sediar os Jogos Olímpicos, desde 776 A.C. De quatro em quatro anos, era realizada uma trégua em quaisquer conflitos que estivessem ocorrendo para a realização dos Jogos.

Sim, a principal atração da cidade é visitar o Sítio Arqueológico onde ocorreram as Olimpíadas Antigas. O local é enorme, então prepare-se para andar bastante. Mas para visitar o estádio onde ocorriam as maratonas, visualizar as ruínas de importantes templos ou mesmo as casas onde pessoas mundialmente conhecidas como Nero, ficaram hospedadas para comparecer aos jogos vale realmente a pena.

Ao passar pelo Templo de Zeus, tente imaginar a grandiosa Estátua de Zeus, feita de marfim e ouro, confeccionada por Fídias, que foi considerada uma das sete maravilhas do mundo antigo no local. Uma pena que foi roubada, mas há uma imagem de como ela seria no Museu Arqueológico.

Ah, e não se esqueça de ver o Templo de Hera, o local onde a tocha olímpica é acesa até hoje, tanto nas Olimpíadas de Verão, como nas de Inverno, nesse mesmo lugar, com direito à mesma cerimônia de antigamente, para depois ser encaminhada ao local de sede é fantástico!!

Mas Olímpia tem mais a oferecer! Quase em frente às ruínas, fica o Museu Arqueológico, onde as peças encontradas no sítio arqueológico ficam expostas. Alí percebemos a dimensão de como era o local! Muitos objetos foram restaurados e estão expostas na posição e tamanho originais. Um espetáculo!!! Vá antes ao museu para depois ir à ruína, assim você entenderá melhor o local.

Para quem quiser ir mais a fundo no assunto esportes, há ainda o Museu das Olimpíadas Modernas, onde estão expostos objetos como bolas, camisas, troféus de vários esportistas deste século.

Não deixe também de caminhar pelo próprio centrinho da cidade chama à atenção! É apenas uma rua de pedestres, com várias lojas e restaurantes, mas toda enfeitada de bandeiras de países. Neste ano, 2016, as bandeiras mais vistas eram, claro, da Grécia e do Brasil. Adoramos!!

Se você tiver mais tempo na região, aproveite para conhecer algumas vinícolas da região ou ir para alguma praia do mar Jônico, que está bem perto de lá.

Sugestão de atrações:

  • Sítio Arqueológico
  • Museu Arqueológico
  • Centro
  • Museu das Olimpíadas Modernas

 

Itinerário feito pelo site Sygic Travel
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Estádio Olímpico
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Templo de Heras (onde é acendida a tocha olímpica até hoje)
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Coluna restaurada para as Olimpíadas de Atenas de 2004 do Templo de Zeus
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Colunas
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Imagem da famosa Estátua de Zeus, feita por Fídias
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Museu Arqueológico de Olímpia
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Bandeiras da Grécia e do Brasil nas ruas de Olímpia
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Ruas enfeitadas de Olímpia



Arredores:

Estando na região, não deixe de conhecer Stemnitsa e Dimitsana. As duas são cidades no alto da montanha, consideradas umas das mais bonitas da Arcádia. Pela dificuldade do acesso, elas eram um refúgio para as guerras, então várias casas-torre e igrejas bizantinas foram construídas. A paisagem também é bem bonita!! É um ótimo lugar para passar o dia!!

Itinerário feito pelo site Sygic Travel
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Stemnitsa
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Igreja de Stemnitsa
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Stemnitsa
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Torre de Stemnitsa
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Dimitsana
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Dimitsana
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Dimitsanana
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Dimitsana

Península do Mani

Primeiras impressões:

A Península do Mani é uma das regiões mais interessantes do Peloponeso. A maioria das cidades é formada por casas-torre, feitas de pedra, com mais de dois andares, que serviam de moradia e fortaleza ao mesmo tempo. Graças a essa estratégia utilizada pelos gregos, essa região não foi invadida pelos turcos e nem por nenhuma outra civilização.

A região é lindíssima e bem característica, com um litoral maravilhoso e cidades históricas. Pena que não é muito turística, mas isso dá um charme a mais ao local.

Comece por Gythio, localizada em uma das pontas da Península. A cidade é conhecida como a capital do polvo da Grécia e é bem charmosa, cheio de cafés e tavernas na beira-mar. Dizem que foi lá que Paris teve romance com Helena, o que acabou provocando a Guerra de Troia.

Depois, vá para Areopoli, a capital de Mani, que é uma cidade cheia de casas-torre e igrejas bizantinas. Andar por suas ruelas é como se estivéssemos voltando ao passado…

A cidade teve um passado nebuloso, principalmente com relação às guerras, mas está se esforçando para apagar essa parte da história do local. Hoje em dia, vemos somente a Estátua de Petrobey Mavromihalis que proclamou a Insurreição Maniota contra o Império Otomano  em 1821 na praça central (Plateia Athanaton). Seu irmão e seu filho também foram responsáveis pelo assassinato de Ioannis Kapodistrias, o primeiro presidente da Grécia Independente, em 1831.

Saia de Areopoli e vá para Limeni, onde fica o porto da cidade. É uma vila de pescadores super charmosa! Aproveite para almoçar em um dos restaurantes de lá, principalmente se quiser comer pescados. Adoramos!

Itinerário feito pelo site Sygic Travel
Gythio
Gythio
Gythio
Gythio
Gythio
Areopoli
Areopoli
Areopoli
Areopoli
Areopoli
Areopoli
Limeni
Limeni
Limeni
Limeni

Monemvasia + Ilha de Elafonisos (Lacônia)

Primeiras impressões:

Monemvasia é um daqueles lugares que não acreditamos que existe. A cidade foi construída durante o Império Bizantino em um rochedo separado somente por uma ponte da cidade de Gefyra, no meio do Mar Mediterrâneo. Olhando de fora, nem percebemos que existe uma cidade lá, o que garantia proteção a seus moradores.

Para entrar nela, você passa pela ponte que dá acesso ao único portão. A partir daí, o carro não entra mais, pois a cidade é formada somente por ruas de pedestres. E andar por suas ruelas é a principal atração, já que ela é constituída de igrejas, lojas e restaurantes, dando todo o chame ao local.

Deixe para conhecê-la no verão, de junho a setembro, quando a cidade fica movimentada e dá para aproveitar as praias da região, principalmente Piro e Ambelakia, que são belíssimas. Fora dessa época, pouca coisa fica aberta, inclusive hotéis e restaurantes fecham.

Para hospedagem, se você estiver de carro, fique em Gefyra mesmo para ter onde estacionar o carro, pois em Monemvasia há pouquíssimas vagas ao longo da ponte, você não precisará carregar sua mala pelas ruelas e você ainda tem a vista para o rochedo. Recomendamos!!!

Sugestão de atrações:

  • Ruelas de Monemvasia
  • Pori Beach
  • Ambelakia Beach

Itinerário feito pelo site Sygic Travel

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Cidade de Monemvasia

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Ruas de Monemvasia

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Igreja na Praça Central

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Entardecer em Monemvasia

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Outra Igreja

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Casas de pedras

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Entardecer em Monemvasia

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Ambelakia Beach

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Ambelakia Beach

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Amanhecer em Monemvasia
Arredores:

A uma hora de carro de Monemvasia, fica a Simos Beach, considerada uma das dez praias mais bonitas da Grécia, segundo o site Trip Advisor. Ah, não confunda com Elafonisos, na Ilha de Creta, que também é linda! A travessia do ferry sai de Pounta e dura apenas 10 minutos, mas começamos a ficar encantados com a paisagem por todo o caminho.

A Ilha é bem pequena, com 20km de área total, então é possível conhecê-la em um dia, mas quem quiser, existem várias opções de hospedagem também. A Ilha possui vários restaurantes logo na saída do ferry.

E a famosa Simos Beach? Maravilhosa, realmente!! A praia é de areia branca e fina (o que é raridade na Europa, rs), o mar é de um azul turquesa bem forte e suas águas são totalmente transparentes. Foi uma das melhores praias da região mesmo!!! Excelente para curtir um dia de verão. 

Itinerário feito pelo site Sygic Travel

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Cidade de Elafonisos

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Igreja em Elafonisos

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No ferry para a Ilha de Elafonisos

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Mar com vários tons de azul

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Chegando na Ilha

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Simos Beach

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Simos Beach

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Simos Beach

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Simos Beach

Mystras + Esparta

Primeiras impressões:

Mystras é uma cidade da região do Peloponeso e foi a segunda mais importante do Império Bizantino, perdendo somente para Constantinopla, atual Istambul. Hoje em dia, se tornou um sítio arqueológico, onde podemos conferir como era o local antigamente.

O lugar é enorme e dividido em três partes: o Castelo, no topo da montanha, a Cidade-Alta e a Cidade-Baixa. Essa também é uma divisão interessante na hora de visitar, já que também há duas entradas, uma na Cidade-Alta e outra na Cidade-Baixa.

Se você for de ônibus, comece pela Cidade-Alta + Castelo e vá descendo até a Cidade-Baixa, de onde poderá ir embora. Se você estiver de carro, pare no estacionamento da Cidade-Alta, visite-a, pegue o carro e pare no estacionamento da Cidade-Baixa e visite-a. Lembrando que dá para usar o mesmo bilhete nas duas entradas.

Na Cidade-Alta, vale visitar o Castelo, de onde você terá uma vista panorâmica de todo o local e uma das igrejas do complexo, a Hagia Sofia, que ainda possui belos mosaicos da época. Se você estiver de carro, aproveite para visitar, também, o Monastério de Pantanassa, que é o único habitado no local até hoje.

Já na Cidade-Baixa, a grande atração é a Metrópolis, onde fica a Catedral do local. Ela foi restaurada recentemente e seus mosaicos também são maravilhosos, além da arquitetura, claro. Adoramos o passeio por essa joia do mundo antigo!

Sugestão de atrações:

  • Castelo (Citadel)
  • Igreja Hagia Sofia
  • Catedral
Itinerário feito pelo site Sygic Travel
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Sítio Arqueológico de Mystras
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Cidade Alta – Igreja Hagia Sofia
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Cidade Alta
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Cidade Alta
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Cidade Baixa – Catedral
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Cidade Baixa – Catedral
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Cidade Baixa – Mosaicos da Catedral
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Cidade Baixa

Arredores:

Apesar de Mystras ser a principal atração da região, o local não possui nenhuma infraestrutura para turistas. O local mais próximo é, na verdade, Esparta, distante apenas 8km de lá.

Sim, a tão conhecida Esparta que estudamos nas aulas de história! Cidade que ficou conhecida pela rigidez na educação para preparar seus moradores para a guerra, influenciada, principalmente, pelo Rei Leônidas.

Com isso, não há nenhuma grande atração na cidade, mas mesmo assim fomos conferir. Um museu nos chamou a atenção: o Museu de Azeite e Azeitona – único do tipo no mundo. Lá encontramos tudo o que existe, desde o plantio, colheita até a preparação dos azeites. O local não poderia ser mais propício, já que em todo o caminho encontramos diversas plantações de oliveiras, de vários tamanhos e idades.

Outra “atração” é a Estátua do Rei Leônidas, que fica ao lado do Estádio Municipal da cidade. E pronto, é o que tem para visitar na cidade. Sim, um pouco desanimador diante da importância que teve no passado, mas pelo menos a visita a Mystras compensa o deslocamento, rs.

Itinerário feito pelo site Sygic Travel
Itinerário feito pelo site Sygic Travel
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Museu do Azeite e da Azeitona
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Estátua do Leônidas
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Ruas de Esparta
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Plantação de Oliveiras
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Oliveira Antiga

Náfplio + Tolón + Teatro de Epidauro

Primeiras impressões:

Náfplio foi a primeira capital da Grécia, entre 1823 e 1834, antes de ser transferida para Atenas. É também considerada uma das cidades mais bonitas da região do Peloponeso e uma das mais românticas também. E de fato comprovamos tudo isso!

A cidade é um charme, principalmente sua parte velha, onde andamos por ruelas medievais, cheio de casas em estilo veneziano, com suas sacadas enfeitadas de flores. O calçadão a beira-mar é cheio de lojas e restaurantes e contam com vista para Bourtzi, o castelo que fica no meio do mar. Vários barcos oferecem o passeio até ele, de onde dá pra ter uma vista privilegiada de Nafplio.

Os principais pontos históricos da cidade ficam na parte velha, próximo à Syntagma Square. O destaque é para o piso da cidade, todo de mármore polido, assim como várias cidades antigas na Europa. Visite lugares como a prefeitura, a igreja, a mesquita e o museu de arqueologia. Ah, não deixe de experimentar o melhor sorvete italiano fora da Itália, na Antica Gelateria di Roma. Imperdível!

Não deixe de conhecer a parte alta da cidade, onde ficam a Acronafplia e a Fortaleza Palamidi. A Acronafplia é uma fortaleza veneziana que já foi uma prisão e que hoje é um complexo hoteleiro. O local pode ser acessado por meio de um elevador localizado próximo à cidade velha. Já a Fortaleza Palamidi é outra fortaleza veneziana na cidade, acessível por carro ou por uma escada de 913 degraus. As vistas das duas realmente valem a pena, se o dia estiver claro.

Sugestão de atrações:

  • Calçadão
  • Antica Gelateria di Roma
  • Museu de Arqueologia
  • Acronafplia
  • Castelo Bourtzi
  • Fortaleza Palamidi
Itinerário feito pelo site Sygic Travel
Cidade velha de Náfplio
Syntagma Square
Mesquita com a torre da Acronafplia ao fundo
Castelo Bourtzi, no meio do mar
Antica Gelateria di Roma
Ruas floridas de Náfplio
Fortaleza Palamidi

Arredores:

A 10km de Náfplio fica Tolón, uma pitoresca vila de pescadores que acabou se tornando um famoso resort de verão. É uma excelente opção de hospedagem na região também, principalmente se quiser aproveitar as praias da região. A vista para o sul do país e suas casinhas coloridas conseguiram trazer e conquistar os turistas.

Outro lugar que você não deve deixar de ir é o Teatro de Epidauro, construído no século IV, a.C é um dos mais bem preservados atualmente. Ele acomoda até 14.000 pessoas sentadas e possui uma das melhores acústicas também: um mero sussurro em sua arena central consegue ser ouvido até a fileira mais alta do teatro. No verão, ocorrem vários festivais, mantendo até hoje a tradição de sediar eventos em um teatro construído há tanto tempo atrás.  Imperdível!

Itinerário feito pelo site Sygic Travel
Tolón
Tolón
Praia de Tolón
Praia de Tolón
Teatro de Epidauro
Teatro de Epidauro

Corinto + Micenas

Primeiras impressões:

Corinto existe desde 6.000 A.C e é a cidade que liga a região do Peloponeso da parte principal da Grécia. Devido a sua localização, entre Atenas e Esparta, possuía dois importantes portos, o que movimentava a economia da cidade, tornando- a uma das cidades mais prósperas da Grécia Antiga. A cidade foi fundada, inclusive, por Corintos, filho de Zeus e que Éfira, filha de Oceano, foi a primeira moradora da região.

A cidade ficou conhecida por seus vasos de cerâmica, por sediar os Jogos Ístmicos, em homenagem ao Deus do Mar, Poseidon, e pelos Templos de Apolo (Deus da Beleza) e Afrodite (Deusa do Amor). Diz-se que quem conseguia escalar e chegar à Fortaleza, no alto da cidade, era recebido por mil sacerdotisas, que vendiam seus corpos. Mas quem não conseguia chegar à fortaleza não precisava desanimar; essas sacerdotisas também desciam até a cidade para satisfazer a população comum.

É famosa, também, por seu estreito Canal, escavado no meio de paredões rochosos, de 6,3km de comprimento e apenas 21m de largura, o que impede grandes embarcações de atravessarem-no. A ideia da construção do Canal ocorreu no ano de 67, pelo imperador romano Nero, que começou a fazer as escavações, mas só foi efetivada mesmo em 1881. Hoje é usado para travessias de barcos menores e turísticos, mas de vez em quando passa um grande, que deve ser rebocado para poder passar, quase encostando em seus enormes paredões. Vale a pena esperar um barco grande para vê-lo passar.

Corinto também foi citada na Bíblia, sendo uma das cidades que o apóstolo Paulo esteve durante sua viagem missionária. Ele estabeleceu uma igreja na cidade, onde, inclusive, escreveu suas epístolas aos cristãos, sendo que duas delas estão no cânon bíblico. A partir daí, a cidade acabou se tornando um importante centro de peregrinação na Grécia.

E seu Sítio Arqueológico também deve ser visitado, pois as ruínas de toda a história da cidade é ali encontrado, como por exemplo, onde as cerâmicas eram feitas, as lojas onde eram vendidas, as fontes e banhos da cidade, os teatros e cemitérios. Tudo isso, com a maravilhosa paisagem do Peloponeso de fundo. Imperdível!

Sugestão de atrações:

  • Canal de Corinto
  • Templos de Apolo e Afrodite
  • Sítio Arqueológico
  • Igreja de São Paulo

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Canal de Corinto

Canal de Corinto

Canal de Corinto

Sítio Arqueológico de Corinto

Sítio Arqueológico de Corinto

Sítio Arqueológico de Corinto

Igreja de São Paulo

Monumento na Igreja de São Paulo

Epístola aos Cristãos, escrita pelo Apóstolo Paulo
Arredores:

Ao passar por Corinto, não deixe de passar em Micenas, onde fica um dos sítios arqueológicos mais importantes da região. Micenas era um palácio-fortaleza, liderado por Agamenon, um dos reis gregos mais importantes da Guerra de Troia.

A arquitetura do local ficou conhecida por suas muralhas enormes, com pedras encaixadas umas nas outras, que deu origem a um tipo de construção própria, chamada de ciclópicas. Muitos desses paredões são visíveis até hoje, como o Portal do Leão, que marca a única entrada do local.

Outros locais que também devem ser visitados no Sítio Arqueológico de Micenas são a Acrópole, a Cisterna, os Círculos Tumulares A e B, abas dos séculos XVI e XVII, A.C., onde foi encontrada a Máscara de Ouro de Agamenon e a Sala de Tesouro do Atreu, que era a Tumba do próprio Agamenon e fica fora do sítio arqueológico, mas usa-se o mesmo ingresso para entrar.

Itinerário feito pelo site Sygic Travel

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Portal do Leão

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Paredões de pedras

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Acrópole

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Círculo Tumular A

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Círculo Tumular B

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Sala do Tesouro de Atreu

Qadisha Valley + Gibran Museum + Cedars of Bcharre

Primeiras impressões:

O Qadisha Valley foi um dos lugares com beleza natural que mais nos impressionou no Líbano. A sua paisagem montanhosa, cheio de verde acabou conquistando quem procurava paz e tranquilidade. Daí a enorme quantidade de monastérios que encontramos no meio dos caminhos sinuosos pelos quais passamos.

Conhecemos o Saint Elishaa e o Qozhaya, que é o monastério de St. Anthony. Eles foram construídos entre os séculos XII e XIV por heremitas e que foram transformados em monastério somente no século XVII, quando a ordem maronita foi fundada no país.

Prepare-se para estradas simples, cheias de curvas e sem acostamento, mas faz parte do encanto da paisagem, rs. Adoramos!!!

Sugestão de atrações:

  • Qadisha Valley
  • Qozhaya Monastery
  • Saint Elishaa Monastery
Itinerário feito pelo site Sygic Travel

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Qadisha Valley
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Qadisha Valley
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Qadisha Valley
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Qadisha Valley
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Saint Elishaa Monastery
Saint Elishaa Monastery
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Qozhaya Monastery
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Qozhaya Monastery
Qozhaya Monastery
Qozhaya Monastery

Arredores:

O passeio pela região geralmente é combinado com o Museu do Gibran, famoso escritor libanês e com a reserva de cedros de Bcharre.

O Museu do Gibran possui o acervo de livros do escritor, Gibran Khalil Gibran, que nasceu na cidade em 1883, bem como vários quadros, já que ele também era pintor. Encontramos vários itens pessoais, como livros de anotações, canetas, livros de outros autores, etc. O corpo dele está enterrado lá, junto com a mensagem que ele queria transmitir para o mundo.

Já os cedros de Bcharre são bem mais amplos que os cedros de Souf, ao sul do país e possui árvores maiores, isto é, mais velhas. Dizem que há árvores de até 3.000 anos por lá. Sinceramente,  gostamos mais dos de Souf, pois conseguimos ficar bem mais próximos das árvores, dá para interagir mais com elas. Mas vá aos dois, se puder…

Itinerário feito pelo site Sygic Travel
Gibran Museum
Gibran Museum
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Cedars of Bcharre
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Cedars of Bcharre
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Cedars of Bcharre

Saida + Maghdouche + Tyre

Primeiras impressões:

Saida, ou Sidon, foi a cidade fenícia mais importante da história e uma das mais antigas também. Diz-se que começou a ser habitada no início da era neolítica, entre 6.000-4.000 A.C. A cidade prosperou bastante, principalmente após a chegada dos persas até sua primeira destruição em 1.111, durante as Cruzadas. As  ruínas que vemos na cidade são dessa época, principalmente o Sea Castle.

A partiu de então a cidade foi sendo dominada é destruída diversas vezes, o que prejudicou seu desenvolvimento. A cidade viveu praticamente do porto, que era utilizado pelo Líbano, Israel e Síria e do artesanato. Foi somente no meio do século XX que a cidade voltou a prosperar, tornando-se hoje um importante centro comercial e agrícola.

Saindo do Sea Castle, não deixe de andar pelas ruelas que formam o Souk da cidade, há vários lugares para conhecer, como o Musée du Savon, que mostra como os sabonetes eram feitos ao longo da história e a Old Aisha School, uma escola de influência marroquina construída na cidade velha. E claro, não se esqueça de fazer compras nas várias lojas do Souk. Adoramos!!

Sugestão de atrações:

  • Sea Castle
  • Souk
  • Musée du Savon
  • Old Aisha School
  • Palace Debbané
  • Khan el Franj

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Itinerário feito pelo site Sygic Travel
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Sea Castle
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Sea Castle
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Sidon
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Sidon
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Musée du Savon
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Old Aisha  School
Arredores:

Perto de Saida, não deixe de visitar a Capela Maghdouche e as ruínas de Tyre. Dá tranquilamente para visitá-las em um dia. A Capela Maghdouche teve grande importância bíblica por ter sido o local onde Maria ficou escondida enquanto Jesus fazia suas pregações pela região. Como o local se tornou um centro de peregrinação, foram construídas uma igreja e uma capela para seus visitantes fazerem suas orações, além da gruta e da via sacra, que já existiam. Achamos bem interessante!!

Já a cidade de Tyre, rica em história, foi fundada no século V, A.C. pelos fenícios e era a cidade do comércio da época. Foi também de lá que saíram vários navios que conquistaram cidades importantes no mundo, como Cádiz e Cartagena, na Espanha. Hoje, conseguimos ver as ruínas dessa cidade que foi tão importante na história.

Existem três sítios arqueológicos na cidade, cada um mostrando uma parte da cidade. Todos eles são patrimônios da UNESCO, que ajudam a preservar o local, já que está situado bem próximo à fronteira de Israel e já foi destruído inúmeras vezes. O Arco do Triunfo,  por exemplo, foi reconstruído após a última guerra.

Se você for visitar a região durante o verão, vale a pena dormir na cidade em um dos vários resorts próximos à praia. É uma região lindíssima e com excelentes opções de hospedagem. É um dos melhores balneários do país!! Recomendo muito!!

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Itinerário feito pelo site Sygic Travel
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Itinerário feito pelo site Sygic Travel
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Igreja de Maghdouche
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Capela de Maghdouche
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Imagem de Maria
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Gruta
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Ruínas de Tyre
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Ruínas de Tyre
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Ruínas de Tyre
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Ruínas de Tyre
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Mar Mediterrâneo

Shouf Cedars + Beiteddine Palace + Deir-al-Qamar

Primeiras impressões:

Visitar os Shouf Cedars foi uma das melhores experiências da viagem ao Líbano. O cedro possui uma importância enorme para o país, tanto histórica, como econômica. A reserva natural de Shouf é a maior do país e possui árvores de até 3.000 anos de idade. Há registros desses cedros desde a época dos fenícios, o que realmente comprova a sua idade.

O acesso é pago e dá para andar de carro por uns 6km pela reserva. Na entrada, você pode escolher se quer um guia acompanhando o passeio ou não. É uma sensação indescritível caminhar por árvores enormes, sobre montanhas e em um lugar contornado somente pela natureza.

Se você não tiver a intenção de fazer grandes trekkings pela região, um bate-volta a partir de Beirute é suficiente para conhecer a região, já que o local fica a 60 km da capital. Dá, inclusive, para conhecer algumas outras atrações no meio da caminho, como o Palácio Beiteddine e a cidade Deir-al-Qamar. Recomendo muito!!!

Sugestão de atrações:

  • Shouf Cedars
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Shouf Cedars
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Shouf Cedars
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Shouf Cedars
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Shouf Cedars

Arredores:

O Beiteddine Palace é um palácio construído no século XIX para ser utilizado como residência presidencial, embora só conseguiu ser utilizado para esse fim em 1943, com a declaração de Independência do país. O palácio possui arquitetura otomana e possui um dos mais belos mosaicos do Oriente Médio.

Aproveitando a localização, não deixe de passar por Deir-al-Qamar, cidade que já foi capital do Líbano por 300 anos. A cidade é uma graça e é considerada uma das mais bonitas do país. Comece pela praça central, onde fica a prefeitura e suba até o Souk, onde ficam as lojas e barracas. No meio do caminho, você encontrará casas antigas e lindas!!!

Itinerário feito pelo site Sygic Travel
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Beiteddine Palace
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Beiteddine Palace
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Beiteddine Palace
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Beiteddine Palace
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Deir-al-Qamar
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Deir-al-Qamar
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Moussa Palace

Baalbek + Aanjar

Primeiras impressões:

Baalbek é a cidade onde ficam as ruínas da antiga cidade de Heliópolis, que devido à sua localização, se tornou bem próspera e conhecida para o período. A prova disso tudo pode ser facilmente detectada ao visitar seu sítio arqueológico, lugar onde vemos sinais das várias civilizações que passaram por ali, como os fenícios, egípcios, gregos e romanos.

Heliópolis era conhecida principalmente pelo seu lado religioso, tanto que vários templos foram construídos no local, como os de Júpiter e de Baco, que são os que estão mais bem preservados. Diz-se, inclusive, que sua importância era equivalente à da cidade de Meca nos dias atuais.

No sentido arquitetônico, podemos conferir todo o planejamento para construir um local desses durante aquela época. Como a região está localizada em uma área de terremotos, todo um planejamento foi realizado para sustentar as colunas dos templos. A irrigação de água também é interessante, já que a região é desértica…

Eu adorei saber também como o acesso dos visitantes era feito, principalmente dos idosos que não podiam subir os degraus. Para isso, foi construído um templo menor na parte debaixo e sem degraus, possibilitando, assim, que todas as pessoas, sem exceção, frequentassem os templos. Os degraus perto do Templo de Baco também eram mais sutis, pois era ali que seus frequentadores sentavam para tomar vinho e assistir aos espetáculos.

Uma intriga que até hoje ainda não foi resolvida é como as pedras utilizadas na construção da cidade chegaram ao local, pois são pedras enormes, pesadas e de material não encontrado na região de Bekaa. Tanto que há alguns quilômetros do sítio foi encontrada recentemente uma pedra dessas e, por sua medida, é considerada a maior pedra antiga do mundo. E as vemos diversas vezes no sítio.

Outra curiosidade é o fato de existir uma parte de um dos templos que possui teto, fato que em nenhum outro sítio arqueológico do mundo está preservado. Dessa forma, conseguimos visualizar melhor como esses templos enormes deviam ser inteiros.

Esse sítio arqueológico é considerado uma das sete maravilhas do mundo antigo e foi inscrito nos sítios da UNESCO, para fins de preservação, tanto que na última guerra pouca coisa foi atingida. É um lugar realmente impressionante, que acaba ofuscando vários sítios arqueológicos do mundo, como o Fórum Romano, em Roma ou mesmo a Acrópole de Atenas.

Pena que com a guerra na Síria, o país está sem muitos turistas, principalmente nos lugares próximos à fronteira, como é o caso de Baalbek e de toda a região do Vale do Bekaa. Lembrando que não me senti nem um pouco ameaçada em passar o dia na região, mesmo sendo uma região dominada pelo Hezbollah. É um passeio imperdível para todos!!

Sugestão de atrações:

  • World Greatest Stone
  • Archeological Site
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Itinerário feito pelo site Sygic Travel
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Templo de Júpiter
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Templo de Baco
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Ruínas de Baalbek
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Fonte para purificação 
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Ruínas de Baalbek
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Escrito em linguagem fenícia
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Ruínas de Baalbek
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Teto de um dos templos
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Maior pedra antiga do mundo

Arredores:

Aanjar também é um sítio arqueológico fundado no século VII, mas completamente diferente de todos os outros do Líbano. Neste, não há influência das várias civilizações que passaram por lá, pois todas as ruínas pertenceram a somente uma civilização, os Omíadas! Os Omíadas foram os povos da segunda dinastia após a morte de Maomé e uma das mais importantes.

A cidade era toda muçulmana e dizem que foi construída e habitada em no máximo 100 anos. Depois foi destruída e ficou soterrada até o início do século XX, quando foi descoberta pelos armênios que procuravam refúgio do grande massacre que estavam sofrendo em seu país.

No local, encontramos ruínas de palácios, mesquitas, banhos turcos e até de um bazar, com 600 lojas, onde os comerciantes moravam no andar de cima e tinham suas lojas no andar de baixo. Pelas características do que foi encontrado, percebe-se que a cidade era bem próspera, mas a sua localização ajudava bastante, já que ficava no caminho da rota Beirute-Damasco. Recomendo muito!!!

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Itinerário feito pelo site Sygic Travel
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Rua principal de Aanjar
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Ruínas de Aanjar
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Palácio dos Omíadas
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Ruínas de Aanjar
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Rua de Aanjar
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Ruínas de Aanjar